domingo, 16 de fevereiro de 2014

A INVEJA

“Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros,
invejando-nos uns aos outros.” (Gálatas 5:25).
Hoje vamos meditar em algo quase não tocado, despercebido, às vezes invisível, porém alarmante. É muito comum isso não ser discutido porque é algo considerado insignificante pelos homens e até pelos filhos de Deus.
Talvez, nós cristãos já tenhamos experimentado disso de forma ativa ou passiva. Senão, vejamos um exemplo: quando nosso irmão ou irmã, amigo, parente ou colega de trabalho ao lado cresce em alguma área de sua vida, o correto, segundo os princípios da Palavra, seria alegrar-se juntamente com eles. Se essa não é a nossa atitude natural, mas ao contrário disso, passar a desvalorizar, hostilizar e até a depreciar o sucesso de seu próximo, sendo irmão em Cristo ou não, cuidado, você pode estar alimentando um espírito carnal perigosíssimo: A INVEJA!
O QUE É A INVEJA?  Segundo a Infopédia, Enciclopédia e Dicionário Porto Editora, a inveja caracteriza-se por um sentimento negativo relativamente a algo que pertence a outra pessoa. O sujeito cobiça o alheio. O conceito de inveja é complexo, pois é um sentimento considerado abominável, o que acarreta relutância em se tomar consciência deste.
Em termos psicanalíticos, a inveja surge numa situação em que existe identificação com o objeto admirado. Admiramos e desejamos algo que uma pessoa possui. O sujeito reconhece no objeto valor. Acontece que na inveja, como sentimento negativo que é, o sujeito quer apoderar-se do que deseja, por exemplo, roubando, para estragar e poder assim alterar o valor do objeto desejado. O elemento invejoso adultera a qualidade do objeto querido. Só com a inveja de não conseguir suportar que outro alguém o possua. É uma forma de transformar algo de bom em mau e de impedir o outro de possuir aquilo e não como se poderia pensar, de simplesmente o invejoso estimar esse objeto que desejava.Ele quer-se apropriar do objeto comintenção de o destruir, para eliminar a tensão que o objeto exerce como fonte de inveja. (http://www.infopedia.pt/$inveja)
“Lembrando: a inveja é pecado.Quem pratica a inveja NÃO poderá herdar o Reino dos Céus”. (Gal. 5:21).
Na pratica a inveja pode se manifestar principalmente de duas formas:
a) silenciosa – quando o homem invejoso não declara publicamente tal sentimento de intriga ou facção. Geralmente tal comportamento é silencioso, escondido no interior, quase invisível, contudo perigoso.
b) declarada – decorre da manifestação pública de guerra contra o próximo. Naturalmente que esse tipo de comportamento não deixa de ser conhecido por todos. É contenda declarada, sem vergonha, sem pudor.
Qualquer uma dessas formas de comportamento, são desonrosas. Procedem do maligno. Quando grave, pode desencadear novos frutos carnais como a porfia, inimizade, dissenção e a facção. Ninguém liga muito para esses chamados “pecadinhos”, Mas segundo Gálatas 5, os que PRATICAM essas coisas NÃO herdarão o Reino dos Céus.
Amados, se isso estiver acontecendo entre nós, desejo que todos nós que conhecemos a Palavra, abandonemos tais práticas para adotarmos em especial os frutos do espírito que são amor, ALEGRIA, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. (Gálatas 5:22).
Vamos ver o que mais diz a Palavra:
“Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça.
Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor.
Corríeis bem; quem vos impediu, para que não obedeçais à verdade?
Esta persuasão não vem daquele que vos chamou.
Um pouco de fermento leveda toda a massa.
Confio de vós, no Senhor, que nenhuma outra coisa sentireis; mas aquele que vos inquieta, seja ele quem for, sofrerá a condenação.
Eu, porém, irmãos, se prego ainda a circuncisão, por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado.
Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando.
Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.
Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. (Gálatas 5:5-14)
… Um pouco mais de meditação:
“Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros.
Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
Porque as obras da carne são manifestas, as quais são:
adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.

… Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
Contra estas coisas não há lei.
E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.” (Gálatas 5:15-26).
Por fim, deixo um versículo reflexivo sobre essa meditação:
“Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito”

ATITUDES


Atitudes que agradam a Deus        Atitudes que agradam a Deus 








Atitudes que agradam a Deus Textos Bíblicos: ( Gn 4. 3-7 / Hb 11.4)
 Introdução: Existe um dito popular que diz: “Um bom exemplo fala mais do que mil palavras”.
 Realmente as atitudes falam mais do que as palavras, e os exemplos ensinam muito mais do que os discursos.
A pregação vai muito alem das palavras, também pregamos por meio dos exemplos e atitudes, na verdade, nossa vida é a única bíblia que o ímpio tem disposição de ler. A bíblia nos fala de um homem em que não há nenhum registro de uma só palavra por ele pronunciada, mas menciona sua atitude que sobreviveu após sua morte e ainda hoje nos fala, ou seja, nos ensinam. Abel é mencionado nas escrituras como o primeiro homem que agradou a Deus e teve seu nome como o primeiro nome mencionado na galeria dos heróis da fé no livro de hebreus (11.4). Abel alcançou o testemunho de ter agradado a Deus por meio de suas atitudes. Comumente encontramos funcionários se esforçando para agradar ao patrão, alunos a professores, pais aos filhos, namorados se dedicam para agradas os namorados. E onde se encontram os servos que desejam agradar ao seu Senhor Deus? Procure a partir de hoje agradar a Deus por meio das atitudes de Abel que ainda fala, vejamos: Tema: Atitudes que agradam a Deus I – Atitudes de fé: (Hb 11.4a). Abel agiu por fé, Caim por costume, tradição, rituais, cerimônias e religiosidades. A – Sem fé é impossível agradar a Deus: (Hb 11.6). B – Tudo que não provém de fé é pecado: (Rm 14.23b). II – Atitudes de excelência. (Hb 11.4b). Abel ofereceu as primícias (Gn 4.4). Primícias significam: “Primeiros e melhores”. A – Através das primícias honramos ao Senhor: (Pv 3.9). B – O mistério sobre a oferta aprazível de Abel e a oferta desprezível de Caim se baseia em duas simples verdades: Primeira, a fé de Abel em ofertar para Deus (Hb 11.4) e a segunda, as primícias, ou seja, a qualidade de sua oferta (Gn 4.4). Algumas posições teológicas afirmam que as diferenças entre as ofertas eram: O sangue versus a fruta, ou um animal vivo versus vegetais mortos. Mas a bíblia nos mostra que Deus olha primeiro para o ofertante e depois para a oferta. O que realmente fez a diferença não foi o tipo das ofertas e sim sua qualidade demonstrada por meio da fé de Abel e a excelência de sua oferta. Conclusão: A bíblia nos diz que Abel por causa de sua atitude obteve testemunho… A – Testemunho de ser justo: O justo vive pela fé (Hb 10.38) – Pela fé Abel fez o que é justo e veio a ser justificada por sua fé. Fé salvífica que lhe garantiu a salvação eterna. B – Testemunho de ser aprovado por Deus: Devemos procurar ser aprovado por Deus – (II Tm 2.15). C. Testemunho de ser um exemplo até mesmo após a sua morte: As pessoas esquecerão das nossas palavras, mas jamais de nossas atitudes. Que a sua vida continue a falar depois da sua morte.